Mindset e Doença

Mindset – Redes neurais estabelecidas ou caminhos de disparos preferênciais de padrões de neurônios percorridos durante anos em convívio com o ambiente formando um sistema de crenças que orientam e controlam sua percepção da realidade.

Um mindset específico leva a uma produção de química tambem específica que representa aquele mindset. A linguagem do cérebro é o pensamento e esse pensamento é representado por neurotransmissores no cérebro.

O corpo, representado por mais de 70 trilhões de células, obedece às informações produzidas por esses neurotransmissores. Neuropeptideos e hormônios agora circulam pelo corpo. Você agora vive uma experiência e o produto final dessa experiência é uma emoção. A linguagem do corpo é a emoção. Você vive a emoção no corpo.

A emoção potencializa uma memória e você constrói seu mindset pelas suas experiências seguindo esse ciclo entre o que você pensa e o que você sente permeado pelas suas experiências, determinando inclusive seu comportamento.

Dessa forma você cria seu mindset. Você cria seu sistema de crenças. Você cria um vício por suas emoções. E um comportamento previsível. É o seu Estado de Ser. É a sua assinatura Energética.

Um mindset limitante leva a um comprometimento da saúde em um nível mental. É o primeiro estágio do processo de adoecer.

Essa interação inadequada com o ambiente leva a uma alteração no funcionamento dos órgãos e sistemas com acúmulo de toxinas.

Perpetuando o processo há um distúrbio na estrutura do órgão levando ao aparecimento de sintomas e consequentemente ao aparecimento de doenças.

Mudar seu mindset é portanto a forma mais inteligente de adquirir bem estar e promover a saúde. Desenvolver um estilo de vida saudável.

Como mudar seu mindset?

Essa será a importância de nosso workshop PENSE NO QUE SE PENSA.

Apresentar uma importante ferramenta – a metacognição – para possibilitar uma mudança no mindset.

Em breve…

Dr Milton Moura

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Biologia Quântica

Biologia Quântica?


A física quântica é maravilhosa e empolgante, além de transformadora. Os princípios quânticos, com todas as suas estranhezas e esquisitices estudadas pelos físicos, estão agora empolgando o mundo que estuda a vida: a biologia. Como pode eventos que os físicos estudam em condições especiais de temperatura e pressão acontecerem em células humanas, animais e vegetais? Como pode?


Pode até ser especulativo, mas que é empolgante admitir através de fortes evidências e algumas experiências que fenômenos quânticos podem acontecer dentro das células, ah isso é! Apenas admita a possibilidade.

Vamos estudar!

O tunelamento quântico é uma dessas esquisitices da física quântica onde um elétron aparece “do nada” de uma superfície para outra (de uma molécula para outra), como se estivessem atravessando uma parede sólida. E isso pode estar acontecendo agora dentro das suas mitocôndrias.


Enzimas (velhas conhecidas aceleradoras de reações químicas) sempre despertou a curiosidade do “como” elas fazem esse processo. O tunelamento quântico pode ser uma das explicações possíveis. A coenzimaA – enzima existente na membrana das mitocôndrias – pode estar utilizado do tunelamento quântico e isso explicaria o fenômeno da cadeia de elétrons que ocorre na mitocôndria para produção de energia pela célula.


Outra possibilidade e evidências do tunelamento quântico estão nas mutações sofridas pelo DNA humano. As pontes de hidrogênio que ligam fortemente os nucleotideos onde os protons podem saltar entre um lado e outro podendo explicar mutação caso haja algum erro nesse salto durante a separação dos cromossomos no processo de divisão celular.


Nas células vegetais e algumas bactérias podem utilizar da coerência quântica para realizarem o processo de fotossíntese. A luz solar transformada em biomassa. Coerência quântica é uma idéia de que objetos quânticos podem ter multitarefas. Objetos quânticos exercem função de onda e podem se espalhar facilmente em várias direções seguindo vários caminhos ao mesmo tempo.


Podemos ir além… além da matéria … além dos objetos quânticos … e admitir que há uma consciência inteligente por detrás desses fenômenos quânticos capaz de provocar o colapso da sobreposição de possibilidades quânticas.


Somos seres complexos e como tal a mecânica quântica pode estar presente em nossa biologia e questionar como fez Schrödinger: O que é Vida?
Deve ter algo além da física quântica, além da química orgânica, além da biologia molecular capaz de realmente causar a vida.


Dr Milton Moura

Emaranhamento Quântico

“Ação Fantasmagórica a distância”… Assim Einstein referia-se a comunicação instantânea, sem trocas de sinais e acima da velocidade da luz, entre átomos emaranhados (átomos que tiveram a mesma origem).

Essa comunicação é chamada de não-localidade quântica. Caracteriza-se por ocorrer além do espaço-tempo e acima da velocidade da luz – instantaneamente. Átomos entrelaçados guardam uma comunicação onde qualquer medição realizada em um deles o outro “percebe” e assume um estado correlato.

No início da física quântica, esses experimentos eram realizado com apenas 2 átomos e intrigava os físicos e cientistas. Hoje – Junho de 2020 – os cientistas realizaram uma façanha: Entrelaçamento quântico com 15 trilhões de átomos.

Sob condições especiais, um grupo de cientistas do Instituto de Ciência e Tecnologia de Barcelona na Espanha conseguiu emaranhar 15 trilhões de átomos. Um recorde para a física quântica. Com certeza isso vai trazer avanços para o desenvolvimento de computadores quânticos.

Incrível isso!

Mas será que podemos criar algum estado de emaranhamento quântico no macro?

Vários experimentos realizados com grandes meditadores tornou-se possível afirmar que sim, é possível!

Nosso corpo humano demonstra várias evidências que isso já acontece com aquilo que temos de sutil: Intuição, pensamentos e sentimentos. Somos formados por octalhões de átomos, diga-se de passagem.

Admitindo que somos consciências e que a consciência é a base de tudo, essa comunicação não-local é uma assinatura da existência da consciência e esse tipo de comunicação, sem troca de sinais (não-local – transcendente), é o que permite um diálogo entre o transcendente e o manifesto.

Precisamos perceber que somos seres vinculados e conectados e agir conforme essa compreensão.

A física quântica é maravilhosa!

Dr Milton Moura

O Novo Incosciente

O NOVO INCONSCIENTE

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Vivemos em um momento histórico com relação ao conhecimento do inconsciente. Freud ficaria feliz em estar entre nós. Avanços na neurociência fornecem uma luz extra na questão que sempre intrigou filósofos, dramaturgos, poetas e até mesmo cientistas. O que é o  Inconsciente? O termo inconsciente ainda é muito mal compreendido. Observa-se um paradoxo atualmente, ou seja, a “meta” teoria de Freud é a mais divulgada e estudada no meio acadêmico da área de psicologia e é a menos estudada cientificamente com suas ferramentas de investigação. A “meta” teoria do inconsciente dinâmico de Freud não pode ser verificada cientificamente. Freud não descobriu o inconsciente, talvez o seu grande mérito tenha sido em organizá-lo em uma “metateoria” e sistematizar os aspectos clínicos  dos transtornos psíquicos. Vale ressaltar que o “espírito da época” de Freud era a invenção da máquina a vapor e seus fluidos. O inconsciente dinâmico de sua teoria valeu-se da metáfora dos fluidos e mecanismos das descobertas daquele tempo. Hoje a metáfora é outra e a física quântica complementa aspectos que permitem uma avaliação científica do inconsciente.

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Antes de Freud, muitos já haviam estudado o inconsciente. A noção de que forças subterrâneas, as quais não temos acesso consciente, influenciam o comportamento não é de hoje. Muitos filósofos, dramaturgos e poetas levantaram hipóteses variadas e interessantes. A teoria do inconsciente dinâmico de Freud não podia ser verificável, uma condição essencial considerada pela ciência. Hoje, com vários laboratórios de neurociência, sabe-se que a maior parte do processamento do cérebro é inconsciente e apenas uma pequena parte resumida, editada e nada fidedigna é acessada pelo processamento consciente. O processamento inconsciente é dado pelos milhares e milhares de conexões neurais existentes e possíveis. Cada neurônio é capaz de estabelecer uma comunicação com outros 5000 (cinco mil) neurônios. Temos cerca de 100 bilhões de neurônios no cérebro. O número possível de combinações desses 100 bilhões de neurônios é de 10 elevado a milionésima potência, ou seja, é o número 1 (um) seguido de um milhão de zeros. Um número muito maior que a quantidade de estrelas do Universo manifesto. Temos muitas possibilidades de escolhas de redes neurais para representar as diversas capacidades e diversas potencialidades de expressão da consciência.

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Cabe ressaltar aqui que a consciência – base de tudo – é capaz de escolher o processamento consciente e o processamento inconsciente. Exatamente isso! A criatividade quântica – capacidade da consciência em evoluir – impulsiona a mesma em direção à complexidade. Não podemos confundir o termo consciência – base de tudo – com o processamento consciente. O processamento consciente está incorporado dentro da consciência. Admitimos ser a consciência a essência primeira de tudo. Aquela que é capaz de escolher dentre as possibilidades fornecidas pela matéria. Lembrem-se que a matéria comporta-se como onda de possibilidade e por si só não é capaz de criar a realidade. Há a necessidade de existir algo fora da jurisdição da mecânica quântica para colapsar a função de onda da matéria e esse algo é a consciência.

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Vamos utilizar uma metáfora bem difundida hoje em dia para compreender as dimensões do processamento consciente e do processamento inconsciente. Se considerarmos a mente como sendo um iceberg, a mente consciente e seu processamento representa a superfície fora da água desse iceberg. Capacidade de raciocínio, percepção, resolver problemas de lógica, ler um livro é a capacidade do processamento consciente. Esse processamento consciente é cerca de 200 mil vezes menor que o processamento inconsciente representado pelo restante submerso do iceberg como todos os nossos medos, sistema de crenças, desejos, recalcamentos, autoenganos, autosabotagens, automatismo, etc. Uma enorme capacidade de processar informações, cerca de 11 milhões de bits a cada segundo – abaixo da percepção consciente – capaz de coordenar e influenciar o comportamento, quando comparado com os 50 bits de informações por segundo do processamento consciente. Percebemos o mundo conforme nossos “filtros”. Raciocinamos e decidimos conforme esse processamento inconsciente. São essas as forças subterraneas que coordenam o comportamento. Precisamos e necessitamos conhecê-lo. O processamento inconsciente à luz da neurociência é o novo inconsciente.

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O cérebro é um importante ponto nodal e estamos compreendendo aspectos que compõe a sua realidade. A física quântica fornece novas metáforas e permite integrar dentro da consciência plena esses aspectos agora desvendados pela neurociência. É lamentável que o grande objetivo da ciência materialista ainda permaneça ancorado na causação ascendente, isto é, tenta-se explicar a consciência como um subproduto ou epifenômeno do funcionamento do cérebro.Mas isso não tem problema. Estamos na dinâmica da mudança e aos poucos será vivenciado e estudado de uma forma diferente e haverá uma integração entre ciência e espiritualidade. A consciência escolhe o objeto a ser medido simultaneamente com suas redes neurais ou circuitos neurais que o representam. É a mensuração quântica no cérebro. É a medida de percepção do estímulo que envolve os objetos externos. É a cisão entre sujeito e objeto verificada a cada instante, a cada piscar de olhos. É a maneira como nós percebemos o mundo. O estímulo percorre um aparato de percepção capaz de processar do micro ao macro, isto é, as onda de possibilidades quânticas tornam-se mais lentas a medida que o fenômeno da percepção do estímulo percorre o aparato de percepção das partículas elementares ao átomo e desse às moléculas. Nesse processo, eventos quânticos com certeza estão envolvidos. Observamos e constatamos uma separação entre o sujeito que percebe e o objeto percebido. No processamento consciente ocorre a cisão sujeito e objeto. No processamento inconsciente não há cisão sujeito e objeto, mas há processamento. Isso agora corroborado por uma infinidade de laboratórios de neurociência. É dessa maneira que criamos a realidade, com cerca de 10 milhões de bits de informações por segundo fornecido somente pela visão. A visão é a grande representante do processamento inconsciente.

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A quantidade de bits de informações que chegam até o cérebro proveniente do corpo é enorme. Como vimos anteriormente são cerda de 11 milhões de bits por segundo. A mente consciente não conseguiria tomar decisões se fosse necessário o processamento consciente simultâneo dessa gama de informações que chegam ao cérebro. O processamento inconsciente é necessário e foi conquistado durante os evos da evolução da consciência. Nele está talvez o segredo que deveremos desvendar para o autoconhecimento. Nele está talvez o segredo que teremos que aceitar nos processos de autoengano. Nele está o segredo das nossas mentiras. Nele está o segredo da nossa honestidade e da desonestidade. Nele está o segredo dos sentimentos e das emoções. Nele está o segredo da representação que fazemos dos aspectos sutis de cada um de nós. Talvez, daqui a alguns anos, não seja mais segredo que conheceremos nossas projeções durante os relacionamentos amorosos e não amorosos. Durante as diversas experiências que compartilhamos durante as 24 horas do dia. Entenderemos a sabotagem que realizamos na percepção consciente baseada no sistema de crenças inconsciente. Entenderemos e propiciaremos uma terapêutica adequada baseada nesses conhecimentos emergentes. Criaremos uma nova realidade. Uma realidade mais feliz. Uma realidade mais sábia. Uma realidade mais repleta de gratidão. Uma realidade onde o perdão já está no passado, ou seja, já perdoamos e no final constatamos que mal nenhum ocorreu. Uma realidade onde haja o amor incondicional. Uma realidade onde aprendemos a criar os circuitos de neurônios que representam esses aspectos da consciência que ainda ainda não são instintivos.

Dr Milton Moura

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CALLEGARO, Marco Montarroyos. O Novo Inconsciente: como a terapia cognitiva e as neurociências revolucionaram o modelo do processamento mental. Porto Alegre: Artmed, 2011.

GOSWAMI, Amit. Evolução criativa das espécies: uma resposta da nova ciência para as limitações da teoria de Darwin. São Paulo: Aleph, 2009.

HANSON, Rick. O Cérebro de Buda: Neurociência prática para a felicidade. São Paulo: Editora Alaúde, 2012.

Evolução da Consciência

Amigos,

A medida que expandimos a nossa consciência, expandimos nossa compreensão de quem somos e do mundo em que vivemos!

Estamos em busca de aprimorar nossa evolução!

Há um “espectro” da consciência da mesma maneira que a luz branca tem um espectro de cores.

Assim como cada cor tem sua frequência e sua vibração específicas, cada consciência também o tem.

Dessa maneira, cada um possui a sua capacidade de compreender o mundo e buscar pelo seu aprimoramento dentro das ferramentas disponíveis no seu espectro de vibração e frequência.

Não são níveis estáticos, são níveis dinâmicos e intercambiáveis, sendo que o nível superior sempre transcende e inclui o seu nível anterior e adquire uma nova capacidade, isto é, expandiu a consciência em possibilidades.

No desenvolvimento e crescimento da consciência constata-se os estágios: egocentrismo – capacidade de ver a si mesmo exclusivamente. Há alguns que conseguem e transcenderam para o próximo nível. etnocentrismo – capacidade de perceber o outro.
E há ainda alguns que transcenderam para outro nível. mundicentrismo – capacidade de perceber todos nós. E, algumas consciências, já transcenderam para a visão cosmocêntrica (capacidade de perceber todo o cosmos). Trasncendendo e incluindo! Isso é evoluir!

Somos observadores do universo!
Temos nossa faixa de frequência e vibração.

Podemos sempre ir além! Estabelecer uma prática de vida que considere todos os aspectos envolvidos de forma integral e desenvolver essa prática proporcionará a possibilidade de um salto de compreensão!

Cuidar do corpo, da mente, do espírito e de nossas sombras!

Se você quer conhecer isso, faça isso! Não há outra maneira. A Ação é necessária!

Ação alinhada com a ética! Sabe-se que a ética também é vista e compreendida conforme a sua faixa de vibração e frequência, isto é, depende do nível em que se encontra a consciência.
Aproveitemos, todos nós, a possibilidade real de mudança nessa pós pandemia.

Uma coexistência em harmonia.
Respeitando e sendo respeitado.

Em todos os setores do desenvolvimento humano.

Dr Milton Moura

#consciência #transformação #coerência #meditação #fisicaquantica #quantumphysics

Relacionamentos e Emoções

RELACIONAMENTOS E EMOÇÕES

Somos seres em evolução!

Em constante aprendizado!

Vamos transcendendo estágios evolutivos e incluindo estágios anteriores em nossa constituição.

Moléculas transcenderam os átomos que o inlcuiram em sua constituição.

Evoluimos do simples para o complexo. E conquistamos um cérebro complexo com mais de 100 bilhões de neurônios.

Avaliando nossas experiências pelo mundo percebemos que vivemos loops (ciclos repetitivos) que insistem em nos acompanhar durante nossa atual existência.

Até quando vamos repetir esses ciclos? E mais, por que esses ciclos se repetem? Por que não há o aprendizado para que seja incorporado em nossa sabedoria?

Analisemos!

Você se sente capaz de interromper esses loops? Você se sente capaz de mudar algum hábito em sua vida? Como adquirimos esses hábitos? Hábitos de pensamentos, hábitos de comportamentos e hábitos emocionais?

Ao passar por uma experiência, sempre há uma emoção vinculada a essa experiência. Seja ela boa ou ruim. De certa forma criamos memórias emocionais dessas experiências.

Quais emoções estão mais presentes em sua vida e que se repetem com facilidade?

Raiva? Medo? Culpa? Angústia? Desrespeito? Baixa autoestima? Tristeza? Não Merecimento? Frustração? Agressividade? Aspereza? Vingança? Stress? Ansiedade? Desespero? Pânico?

Ou…

Alegria? Amor? Contentamento? Calma? Determinação? Carinho? Autoestima? Admiração? Contemplação? Merecimento? Afeto? Serenidade?

Temos 3 cérebros em apenas um único cérebro que nos permite Pensar, Fazer e Ser.

A linguagem do cérebro é o pensamento.

A linguagem do corpo é o sentimento. Vivemos as emoções em nosso corpo.

Cérebro/Mente e corpo estão em constante troca de informações.

Como se processa essa informação?

Neurotransmissores, Neuropeptídeos e Hormônios.

Eis a “química” que representa nossos pensamentos e sentimentos.

Quando vivemos uma experiência, produzimos uma química específica para representar a emoção daquela experiência. Essa emoção sinaliza o cérebro que produz pensamentos do mesmo teor da emoção que mais uma vez sinaliza centros hormonais específicos para produzir mais da mesma emoção. Eis o ciclo que forma um hábito!

O ciclo entre pensamento/sentimento. O ciclo de comunicação entre mente e corpo. Repetidas vezes durante uma mesma existência é responsável pela formação de Hábitos.

Somos seres habituais. Temos automatismos instalados e conquistados através do funcionamento dinâmico desse ciclo entre pensar e sentir.

Durante vários anos vamos formando a nossa personalidade baseado nesse mecanismo. Personalidade e Estado de Ser. SER porque incorporamos essas informações habituais no cérebro mais antigo chamado de reptiliano (Cerebelo e Tronco Cerebral) onde são armazenadas as memórias daquilo que somos.

Temos 3 cérebros em um único cérebro que nos permite Pensar (Córtex Cerebral), Fazer – Comportamento/Experiência(Cérebro Límbico) e Ser (Cerebelo e Tronco Cerebral).

Dessa forma formamos nossa Personalidade. Nossa “Assinatura Energética”. Nosso Estado de Ser.

Pesquisadores admitem que depois dos 30 anos já estamos com nossa personalidade definida.

Somos “viciados” em nossas emoções! Como assim? Exato. Isso mesmo. É como se de uma forma automática quiséssemos aquela experiência e aquela emoção. A química da emoção.

Lembra? Somos seres habituais. Temos o hábito de sentir raiva, hábito de sentir medo, hábito de sentir culpa.

Vamos sempre criando o mesmo do mesmo. Temos a tendência de criar sempre as mesmas experiências para obtermos as mesmas emoções e pensamentos.

A mente inconsciente é poderosa e ela prepondera quando estamos falando de hábito. E não será um único pensamento positivo que será capaz de modifica-lo.

Nosso corpo, nessa situação, é maior que a nossa mente. E quando isso acontece não há possibilidade de mudanças. Apenas repetimos os loops. Criando o mesmo do mesmo.

E para mudar então? Como é possível mudar um hábito?

Numa resposta simples e complexa ao mesmo tempo diria: Tornando-se consciente dos processos inconscientes. Tornando consciente do programa que foi instalado e reprogramando-o.

Na formação do nosso estado de ser os hábitos foram fundamentais. Precisamos perceber esses hábitos. Precisamos trazer a luz da consciência novamente para termos a oportunidade de ressignificá-los.

Precisamos transmitir novas informações para obter oportunidades de novas experiências e assim ir modificando nossa assinatura energética.

Antes de entrarmos nesse campo, vamos conversar um pouco mais sobre as emoções para dissipar algumas dúvidas.

As emoções, sob certo ponto de vista, são ecológicas. Ou seja, não trazem em si própria a característica de serem positivas ou negativas.

Em algumas situações e dentro de um curto período de tempo, a raiva pode ajudar a superar um obstáculo! Nesse caso ela foi positiva.

Em outras situações, o medo pode ser responsável pela sobrevivência. Também um resultado positivo.

Percebam que quando a emoção tem uma curta duração podemos ter um aprendizado importante para incorporar em nossa sabedoria.

Compreenderam?

A química da emoção tem uma duração em nosso corpo antes de serem reabsorvidas. Esse tempo é chamado de período refratário. Quanto menor o período refratário, maior será nossa inteligência emocional.

Portanto, podemos utilizar nossas emoções de forma positiva e também de forma negativa.

O que se sabe pelas pesquisas é que experiências negativas produzem emoções de teor negativo. Por exemplo, sentir culpa durante anos e anos de forma repetitiva e sentir raiva por anos e anos também não trazem benefícios evolutivos. Pelo contrário, nos prendem em nossas mesmices. Em algum momento na nossa evolução elas já foram úteis. Porem, agora, precisamos enfatizar outras emoções, para transcender outros estágios.

O cérebro é como “teflon” para emoções de teor positivo e como “velcro” para emoções de teor negativo.

Os automatismos para a química das emoções negativas estão bem estabelecidos. Já os automatismo para a química das emoções positivas necessitam de empenho consciente ainda. Não somos habituais na alegria, no amor, no carinho, na autoestima, no merecimento, na calma etc.

Mas estamos no caminho.

Um grande benefício que o conhecimento da física quântica trouxe para a humanidade é a compreensão de um grande campo unificado chamado de campo quântico onde estão todas as potencialidades do vir-a-ser.

Uma mudança enorme de compreensão, pois o paradigma newtoniano até então nos forneceu a ideia de causa e efeito. Nesse paradigma estamos fadados ao determinismo da realidade sem nenhum poder de mudança. Somos vítimas de nossos genes e de nossa realidade externa. Somos seres separados. Somos vítimas. Nasci para sofrer e não posso mudar isso. Aff! Não mesmo!

Com o novo paradigma quântico demos um salto de compreensão. O paradigma quântico transcendeu o paradigma newtoniano e o incorporou em sua constituição.

Agora, somos capazes de escolhas! Escolhemos nossa realidade pois somos nós, como consciências em evolução, que produzimos a nossa realidade.

Nossa personalidade/assinatura energética/Estado de Ser produz nossa realidade pessoal.

A matéria fornece as possibilidades. As infinitas possibilidades de escolha. Nesse campo quântico estão todas as realidades em potencialidades como que esperando a nossa consciência acessá-las para escolher e manifestá-las em nossa experiência.

Diante dessa compreensão precisamos assumir a responsabilidade pela nossas existência. Somos responsáveis por nossas escolhas conscientes e inconscientes.

Há uma necessidade de mudar nossa assinatura energética, mudar nosso estado de ser para interrompermos os loops.

Transmitir uma nova informação para esse campo quântico de infinitas possibilidades.

Como?

Tornando-se consciente dos processo inconscientes.

Utilizando os 3 cérebros para pensar, fazer e ser. Um ser diferente. Um novo pensamento, um novo comportamento e um novo sentimento.

O Lobo pré-frontal nos dá uma capacidade impar. Apenas os seres humanos a possui. Capacidade de autoconsciência. Capacidade de pensar sobre aquilo que pensamos. Essa capacidade se chama metacognição.

Como?

Comece a perceber seus hábitos! Como a perceber seus comportamentos! Comece a perceber seus sentimentos!

Não deixe os automatismo das suas memórias emocionais e neurológicas comandarem e determinarem o seu destino.

Crie um novo futuro!

Como?

Aproveite as oportunidades dos relacionamentos. Eles são fundamentais para sinalizar aquilo que precisamos de mais urgente para evoluirmos como seres conscientes.

De cada relacionamento emerge uma experiência e permite nos tornamos conscientes de nossos processos inconscientes.

Relacionamentos e emoções!

Medite!

Dr Milton Moura

FÍSICA QUÂNTICA E O NOVO PARADIGMA.

Física Quântica e o Novo Paradigma

Temos uma nova ciência e um mundo em transformação com novas exigências. Paradoxos sem respostas que o paradigma atual, baseado na primazia da matéria, não é capaz de solucionar; exigindo da estrutura da consciência coletiva um novo paradigma, uma nova visão de mundo que explique fenômenos inexplicáveis até então. Para isso, temos que procurar ajuda de disciplinas como a neurologia, a psicologia, a biologia na tentativa de um esclarecimento do que vem a ser a consciência. O que é a consciência? Esse “self” que todos possuímos. Esse “eu” interior sempre presente que testemunha todos os acontecimentos de nossas vidas, imutável, mas com a capacidade intrínseca de crescimento e desenvolvimento, de evolução e aprendizado, utilizando recursos à disposição, como possibilidades infinitas para a cada instante realizar uma escolha capaz de causar uma transformação, capaz de converter uma possibilidade em realidade. A matéria já não é a base de tudo. Um novo paradigma baseado na primazia da consciência esta surgindo e a física quântica é a responsável por essa mudança.

No início do século XX, uma nova física surge no horizonte do conhecimento humano para balançar a estrutura do paradigma vigente construído a partir de uma física determinista, newtoniana, onde o livre-arbítrio não tem espaço. Somos resultados de interações materiais aleatórias e pouco inteligentes e muito monótonas e são essas interações que originam o sutil – a consciência – esta passa a ser um subproduto, um epifenômeno das diversas descargas elétricas neuronais. Esse conceito necessita ser revisto. Para entendermos a ultra-estrutura da matéria temos uma ciência capaz de elucidar e esclarecer que essa mesma matéria já não é formada por blocos concretos, e, sim, por partículas que possuem uma dualidade, ora se comportam como bolas de gude, ora como ondas que se espalham, algo parecido como “ondículas”. Uma característica inerente a essas “ondículas” como que se buscassem a complementaridade é a incerteza quanto ao momento (velocidade) e a posição (espaço) que não podem absolutamente serem determinados simultaneamente. A detecção de um implica em uma desinformação sobre a outra, assim a mecânica quântica lida com o cálculo de probabilidades, mas nunca com o evento real. Antigamente, o observador não era considerado na avaliação dos fenômenos da natureza, estavam separados, hoje, a física quântica afirma ser condição sine qua non para a formação da realidade. Se você deseja observar o comportamento de onda de um elétron crie um experimento para essa finalidade, se você quer ver o comportamento de partícula monte outro experimento, mas a presença do observador é fundamental. Há no âmago da matéria um campo de incomensurável energia, capaz de conter possibilidades infinitas onde partículas elementares surgem como ondas de possibilidades fora do espaço-tempo, em transcendência, em potentia aguardando a observação. Essa nova ciência que surge é a ciência quântica, a ciência da espiritualidade, onde a mecânica quântica pode prever, não um evento real, mas, sim, a probabilidade de o evento acontecer. Cálculos precisos são realizados por intermédio da mecânica quântica e já não há dúvidas quanto à veracidade da mesma em predizer as diversas probabilidades de um determinado fenômeno tornar-se real. Veja que até esse ponto do raciocínio a física quântica é capaz de calcular probabilidades! Mas o que é a realidade então? Como alguma coisa no campo da probabilidade pode se tornar real, colapsar no jargão dos físicos. Temos que admitir aqui que há em um campo transcendente algo não material capaz de converter possibilidade em realidade! Esse algo não material é a consciência! Chegamos à realidade do espírito, da essência imutável, a única capaz de interagir com as possibilidades materiais e colapsá-la, isto é, transformá-la em realidade.

A nova física resgata nosso livre-arbítrio, nossa capacidade de escolhas, de interação na Co-criação da realidade. Temos nossa consciência que agora é a base de todo o ser e ela através da observação é capaz de converter ondas de possibilidades em realidade. A consciência é a base de tudo. Esse novo paradigma baseado na primazia da consciência ainda sofre resistência da antiga física determinista, porém o processo de transformação já ocorre e aos poucos ela trará contribuições importantes em todas as áreas do conhecimento humano no intuito de modificar valores, transformar nossa visão de mundo fragmentada e isolada em uma visão integral na qual transcende e inclui para vivermos um mundo Co-criado, com valores esquecidos vítima de um obscurecimento, de uma estruturação de consciência que ainda requer crescimento e desenvolvimento para ampliar nossa liberdade e plenitude de vida.

O campo do conhecimento humano que talvez mais se beneficie das influências da nova física é a medicina. O novo paradigma valoriza algo há muito esquecido na equação do binômio saúde-doença. Hoje toda a educação médica esta estruturada dentro da visão newtoniana, determinista que valoriza a matéria e a doença e que entende o corpo humano como uma máquina e busca, nas interações materiais, os mecanismos da relação entre função-estrutura-química, cuja deterioração, com o uso, desgastam as peças dessa máquina e necessitam de substituição ou reparo. As energias sutis envolvidas são esquecidas. Os aspectos internos e individuais estão fora da equação, como nossas intenções, emoções, sentimentos e pensamentos. Há uma correlação entre esses aspectos internos e os aspectos externos, ou seja, a consciência é capaz de escolher a sua realidade, com algumas sutilezas que poderão ser futuramente abordadas. Mas a nova ciência permite correlacionar o sutil e o grosseiro. Como algo sutil pode ter poder causal sobre a matéria? Como nossas percepções controlam nosso comportamento? E como nossas percepções controlam nossa biologia? Que aspectos sutis de nossos pensamentos e sentimentos são capazes de influenciarem o corpo físico? Resposta difícil com uma física clássica, porém facilmente compreendida se colocarmos a consciência como a base de tudo. A consciência escolhe dentre as possibilidades, sem troca de sinais, instantaneamente, acima da velocidade da luz. Intuições, pensamentos e sentimentos bem como o corpo físico são todos possibilidades de escolha da consciência. Fenômenos como não-localidade, hierarquia entrelaçada e descontinuidade são termos que serão incorporados na linguagem médica. A medicina terá que estudar o biocampo energético do ser humano e correlacioná-lo com o aspecto físico a ponto de equilibrar aspectos internos e externos. Temos uma biologia do sentimento que necessita ser explorada e incorporada na pratica clínica. Esse processo de mudança envolve transformação da medicina e também dos médicos, uma transformação em valores, em conquistas pessoais de virtudes, em coerência entre o pensar, sentir e agir. O viver corretamente, o pensar corretamente exige uma mudança de visão de mundo onde as necessidades humanas serão revistas e as interações sociais serão uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento na aquisição desses valores e virtudes.

O caminho é longo, porém necessita ser percorrido e temos nas interações sociais a grande oportunidade de não mais nos enxergarmos como seres separados e, sim, interconectados. Há uma consciência cósmica que auxilia em nossas escolhas, mas isso é assunto para outra oportunidade. Abraços fraternos de um companheiro também em evolução.

Milton César Ferlin Moura
Cardiologista – Eletrofisiologista

Referências Bibliográficas

GERBER, Richard. Medicina vibracional: uma medicina para o futuro. São Paulo: Cultrix, 2007.
GOSWAMI, Amit. Deus não está morto: evidências científicas da existência divina. São Paulo: Aleph, 2008.
GOSWAMI, Amit. Evolução criativa das espécies: uma resposta da nova ciência para as limitações da teoria de Darwin. São Paulo: Aleph, 2009.
GOSWAMI, Amit. O ativista quântico: princípios da física quântica para mudar o mundo e a nós mesmos. São Paulo: Aleph, 2010.
GOSWAMI, Amit. O médico quântico: orientações de um físico para a saúde e a cura. São Paulo: Cultrix, 2006.
GOSWAMI, Amit, REED Richard E., GOSWAMI, Maggie. O universo autoconsciente: como a consciência cria o mundo material. São Paulo: Aleph, 2008.
LIPTON, Bruce H. A biologia da crença: ciência e espiritualidade na mesma sintonia: o poder da consciência sobre a matéria e os milagres. São Paulo: Butterfly Editora, 2007.
WILBER, Ken, [et al.]. A prática de vida integral: um guia do século XXI para saúde física, equilíbrio emocional, clareza mental e despertar espiritual. São Paulo: Cultrix, 2011.
WILBER, Ken. Espiritualidade integral: uma nova função para a religião neste início de milênio. São Paulo: Aleph, 2006.

CONSCIÊNCIA E COEXISTÊNCIA!

Amigos,

A medida que expandimos a nossa consciência, expandimos nossa compreensão de quem somos e do mundo em que vivemos!

Estamos em busca de aprimorar nossa evolução!

Há um “espectro” da consciência da mesma maneira que a luz branca tem um espectro de cores.

Assim como cada cor tem sua frequência e sua vibração específicas, cada consciência também o tem.

Dessa maneira, cada um possui a sua capacidade de compreender o mundo e buscar pelo seu aprimoramento dentro das ferramentas disponíveis no seu espectro de vibração e frequência.

Não são níveis estáticos, são níveis dinâmicos e intercambiáveis, sendo que o nível superior sempre transcende e inclui o seu nível anterior e adquire uma nova capacidade, isto é, expandiu a consciência em possibilidades.

No desenvolvimento e crescimento da consciência constata-se os estágios:

egocentrismo – capacidade de ver a si mesmo exclusivamente.

Há alguns que conseguem e transcenderam para o próximo nível.

etnocentrismo – capacidade de perceber o outro.

E há ainda alguns que transcenderam para outro nível.

mundicentrismo – capacidade de perceber todos nós.

E, algumas consciências, já transcenderam para a visão cosmocêntrica (capacidade de perceber todo o cosmos).

Trasncendendo e incluindo! Isso é evoluir!

Somos observadores do universo!

Temos nossa faixa de frequência e vibração.

Podemos sempre ir além!

Estabelecer uma prática de vida que considere todos os aspectos envolvidos de forma integral e desenvolver essa prática proporcionará a possibilidade de um salto de compreensão!

Cuidar do corpo, da mente, do espírito e de nossas sombras!

Se você quer conhecer isso, faça isso!

Não há outra maneira.

A Ação é necessária!

Ação alinhada com a ética!

Sabe-se que a ética também é vista e compreendida conforme a sua faixa de vibração e frequência, isto é, depende do nível em que se encontra a consciência.

Aproveitemos, todos nós, a possibilidade real de mudança nessa pós pandemia.

Uma coexistência em harmonia.

Respeitando e sendo respeitado.

Em todos os setores do desenvolvimento humano.

Dr Milton Moura